Poucas questões dividem tanto os pais quanto a chupeta. Há quem defenda com unhas e dentes, quem nunca tenha dado, e quem esteja tentando tirar e não consiga. A Sociedade Brasileira de Pediatria tem orientações claras sobre o tema — e elas são mais equilibradas do que "dá" ou "não dá".

Quando a chupeta tem indicação

A SBP reconhece as seguintes situações em que a chupeta pode ser benéfica:

Chupeta e amamentação: como conciliar

A principal preocupação sobre a chupeta nos primeiros meses é a chamada confusão de bico: o bebê pode aprender a sugar de forma diferente (mais passiva, sem esforço) e ter dificuldade de pegar o seio corretamente. Por isso, a SBP orienta:

Riscos do uso prolongado

Quando o uso se estende além dos 12 a 18 meses, os riscos aumentam:

Como e quando tirar

A SBP orienta retirada gradual a partir dos 12 meses, com meta de suspensão completa antes dos 24 meses. Estratégias que funcionam:

Não há método único que funcione para todas as crianças. Consistência e paciência são mais importantes do que a estratégia escolhida.


Fontes consultadas: