Neurodesenvolvimento · Salvador, BA
Diagnóstico especializado do Transtorno do Espectro Autista para crianças e adolescentes. Atendimento presencial na Paralela e por telemedicina para todo o Brasil.
O diagnóstico precoce faz diferença significativa no desenvolvimento da criança. Se você observar os sinais abaixo, uma avaliação especializada é recomendada.
⚠️ A presença de um ou mais sinais não confirma o diagnóstico de TEA. Apenas uma avaliação clínica especializada pode determinar isso.
A avaliação de TEA no consultório é um processo estruturado que combina múltiplas fontes de informação. Não existe um exame de sangue ou de imagem que confirme o diagnóstico — ele é clínico.
O que acontece na consulta:
Anamnese detalhada com os pais sobre o histórico gestacional, neonatal e o desenvolvimento da criança. Aplicação de escalas clínicas validadas (M-CHAT-R/F para triagem precoce, CARS-2 para avaliação quantitativa). Observação direta da criança durante a consulta. Revisão de relatórios de fonoaudiólogos, psicólogos e professores.
Laudos e encaminhamentos:
Ao final do processo, o Dr. José Pedro pode emitir laudo diagnóstico, carta para escola (inclusão e adaptações curriculares), encaminhamento para terapias (ABA, fonoaudiologia, TO) e orientações para a família sobre rotina, escola e direitos garantidos pela Lei Berenice Piana.
O diagnóstico de TEA pode ser feito a partir dos 18 meses com instrumentos validados como o M-CHAT-R/F. Sinais precoces podem ser observados antes dos 12 meses. Quanto mais cedo o diagnóstico, melhores os resultados das intervenções.
Ausência de sorriso social, não responder ao próprio nome após os 12 meses, pouco contato visual, não apontar para mostrar interesse, movimentos repetitivos e interesse restrito em objetos específicos são sinais que merecem avaliação.
O TEA não tem cura, mas com intervenção precoce adequada (ABA, fonoaudiologia, terapia ocupacional, suporte escolar) muitas crianças alcançam grande autonomia e qualidade de vida. O acompanhamento médico especializado é fundamental.
A consulta inicial de orientação e revisão de relatórios pode ser feita por telemedicina. A avaliação diagnóstica completa costuma exigir pelo menos uma consulta presencial para observação direta da criança.
O DSM-5 classifica o TEA em 3 graus conforme o nível de suporte necessário. Grau 1 (leve): necessita de suporte; Grau 2 (moderado): necessita de suporte substancial; Grau 3 (grave): necessita de suporte muito substancial. O grau pode variar ao longo do tempo com intervenções adequadas.
Atendimento presencial na Av. Luís Viana Filho (Paralela), Salvador — ou por telemedicina para qualquer cidade do Brasil. Agenda disponível às quartas-feiras.